sábado, 27 de novembro de 2010

se liga aê.....

Empresas discutem como mapear a utilização da água potável para que o recurso não se esgote

         São necessários 518 litros de água para produzir apenas um litro do suco de laranja Minute Maid e 35 litros para produzir meio litro de Coca-Cola .Uma alternativa seria o desenvolvimento de créditos cambiáveis de reservas de água para serem adquiridos por empresas, países ou qualquer comunidade que possuam impacto direto no abastecimento de água
         Um relatório publicado pela Coca-Cola em parceria com a organização Nature Conservancy, no mês passado, divulgou que são necessários 518 litros de água para produzir apenas um litro do suco de laranja Minute Maid e 35 litros para produzir meio litro de Coca-Cola. Uma preocupação crescente sobre quanta água é necessária para produzir bens de consumo tem aumentado o interesse sobre as “pegadas da água” – algo parecido com o rastreamento feito com o carbono – como uma ferramenta para analisar e guiar o desenvolvimento de novas tecnologias, infraestrutura de investimentos e políticas para lidar com a crescente demanda mundial por água.
          Conceitualmente, essas pegadas são similares às de carbono – um indicador de impacto baseado no volume total direto e indireto de água limpa utilizada para produzir um bem ou serviço. No entanto, há uma diferença. Ao contrário do carbono na atmosfera, as fontes de água limpa são restritas a algumas regiões, e não globais.
          “Água não é carbono”, disse Jason Morrison, diretor do Pacific Institute, uma organização de pesquisa em Oakland, Califórnia, que estuda assuntos ligados a fontes sustentáveis. “Independente do que digam sobre o carbono, será extremamente difícil conseguir o mesmo sucesso com a água porque um determinado volume de água tem um significado diferente em várias partes do mundo”.
Ainda assim, em julho, a Veolia Water North America, uma estação de tratamento de água com sede em Chicago e parte da unidade francesa da Veolia Environnement apresentou seus índices de impacto da água. A empresa afirmou que é o primeiro indicador a oferecer uma avaliação compreensiva dos efeitos da ação humana em fontes de água.
         “O foco atual das pegadas de água é quase exclusivamente sobre volume”, conta Laurent Auguste, diretor-presidente da empresa. O volume, disse ele, é “um bom indicador para aumentar a conscientização, mas não é suficiente para representar o impacto causado numa fonte”. O volume de água necessário para produzir um suco de caixinha ou uma garrafa de Coca-Cola, por exemplo, pode ser estabelecido; mas o efeito causado numa fonte de água e no meio ambiente local pode variar absurdamente – incluindo também a quantidade de energia e matérias primas usadas, além de químicos e outros resíduos de contaminação criados durante o processo.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

feriado...bom demais!

depois de tanto tempo longe.....to de volta......

curti muitooo o feriadãooo, praia, sol....tudo acompanhado de uma gripe e dor dente arretada (devido a manutenção), mas quem disse q foi motivo p nao me divertir?
foi mara, foi otimo....bom demais......carnaval to de volta.......

terça-feira, 9 de novembro de 2010

geração Y

Consumidor Y: quem é, quanto gasta e o que pensa

Pesquisa TRU Study, da TNS Research International, mostra ainda o perfil da Geração Z

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 09/11/2010
A Geração Y deu origem a um novo perfil de consumidor. Durante o HSM Management, em São Paulo, Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International, apresentou o resultado da pesquisa TRU Study, feita com 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990. No Brasil, esse grupo representa 14% da população, com 32 milhões de pessoas.
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
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Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.

confira----->http://www.mundodomarketing.com.br/10,16503,consumidor-y-quem-e-quanto-gasta-e-o-que-pensa.htm

Internet

Na guerra por usuários, Facebook burla restrição do Google

Rede social cria ferramenta para migração de dados a partir do Orkut e Gmail

O Facebook apresentou sua resposta à decisão do Google de impedir que usuários da rede social possam encontrar amigos no site a partir de seus contatos no Orkut e Gmail, serviço de e-mail do gigante de buscas. A rede incluiu em sua página uma ferramenta que permite aos cadastrados baixar no computador suas listas de contatos e, em seguida, fazer o upload dos dados para o site.
A disputa pelos dados dos usuários tem colocado as duas empresas no centro das atenções. Para o Google, a migração de dados para a rede social só poderia ocorrer se o Facebook aceitasse fazer o mesmo, ou seja, permitisse o compartilhamento de contatos de seus cadastrados. Parece improvável, já que o Facebook proibiu há pouco que o Twitter utilizasse tal recurso.
O site é bastante seletivo na escolha de seus parceiros. Em 2009, a rede social fechou um acordo com a Microsoft e dividiu sua valiosa base de dados com o serviço de buscas Bing. Nenhuma negociação similar, no entanto, foi firmada com o rival Google.


domingo, 7 de novembro de 2010

depois de tanto caminhar......

Depois de tanto caminhar.....kkkkk

Depois de correr atrás, batalhar...consegui o que eu queria e sei que realmente eu consegui....foi uma conquista e isso ninguém pode tirar de mim, sao méritos da força de vontade de uma amiga e meu.....

Não sou boazinha e não faço nada ajudar quem não merece ou nao quer ser ajudado......aos otários de plantão peço desculpas, mas eu vou dar uma voltinha e não sei se terei tempo p dar se quer um bom dia a vcs, pois eu to sendo felizzzzz demais.......tah bem crianças?!

Aos idiotas de plantão.......É isso aki q verdadeiramente importa........

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

MOTIVAÇÃO - dinheiro motiva?

REMUNERAÇÃO Vs. MOTIVAÇÃO: Mitos e Verdades Um dos grandes dilemas que afligem as organizações empresariais de um modo geral tem sido responder ao seguinte questionamento: O que e como fazer para manter e/ou aumentar os níveis de motivação dos profissionais?
"Motivação vs. Remuneração: Mitos e verdades.
Até que ponto o dinheiro motiva ou não as pessoas?"

por Gérson Rodrigues
Um dos grandes dilemas que afligem as organizações empresariais de um modo geral tem sido responder ao seguinte questionamento: O que e como fazer para manter e/ou aumentar os níveis de motivação dos profissionais?
Talvez, neste contexto, uma segunda pergunta seja pertinente: Por que algumas pessoas são motivadas e outras não?
Muitas empresas e, consequentemente seus líderes, se deixam levar de forma enganosa pela crença de que o dinheiro é um elemento motivador. Pior, algumas se comportam como se as pessoas ganhando mais irão naturalmente aumentar o comprometimento com o trabalho, otimizando a produtividade e tornando-se mais motivadas. Nada mais ilusório!
Para que possamos compreender mais claramente o binômio: motivação e dinheiro, precisamos primeiro entender que motivação é um estado mental. Isto significa dizer que o comportamento denominado motivação é a expressão no mundo físico de uma percepção neurológica em que um conjunto de emoções específicas, que podemos significar como positivas, está preferencialmente se manifestando na mente de um indivíduo. Resumindo a prosa, motivação é algo intrínseco, que necessariamente parte de dentro da pessoa, nunca de fora. Isto posto, podemos concluir facilmente que dinheiro não motiva ninguém, pois trata-se de um elemento extrínseco, ou seja, parte de fora, é externo. Conclusão: Apego ao dinheiro não é motivação.
(...)
O Great Place to Work (www.greatplacetowork.com.br), empresa de consultoria sediada nos Estados Unidos e com escritórios afiliados em diversos países do mundo, inclusive o Brasil, desde 1980 tem se dedicado a ouvir funcionários e avaliar empregadores de corporações de todo o planeta para entender o que torna um ambiente de trabalho excelente, ou seja, altamente motivador. Uma das perguntas mais respondidas é: “O que os profissionais estão buscando no mercado atual?” Veja as respostas mais comuns:
Respostas % de participação
Estabilidade no emprego 4%
Remuneração e benefícios 14%
Equilíbrio entre vida profissional e pessoal 25%
Oportunidade de crescimento e desenvolvimento 54%
Outros 3%

Perceba caro leitor, mais de 50% das pessoas buscam oportunidade de crescer e desenvolver-se. Isto significa que os profissionais do século 21 desejam principalmente SENTIR que fazem parte de algo importante, que há uma causa a ser perseguida, e que seu trabalho motivado alavancará o crescimento da organização e oportunizará seu próprio crescimento. Mais do que isto, esses profissionais desejam desenvolvimento pessoal e profissional, ou seja, querem ter a sensação de que estão evoluindo.
Se observarmos os níveis proporcionais de satisfação com o trabalho de cada um desses grupos anteriormente apresentados, podemos ratificar que o dinheiro de fato é secundário para a maioria das pessoas. Se não, vejamos:
Respostas % de participação % de satisfação com o trabalho
Estabilidade no emprego 4% 61%
Remuneração e benefícios 14% 65%
Equilíbrio entre vida profissional e pessoal 18% 83%
Oportunidade de crescimento e desenvolvimento 54% 89%
(...)


confira ------> http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=nlnhfcndk