domingo, 14 de agosto de 2011

Mercado - Gestão | De casa nova no Brooklin

Com dificuldade para atrair profissionais capacitados, a Kraft, multinacional de alimentos e bebidas, transferiu sua sede de Curitiba para são Paulo

Na hora certa A gerente de trade marketing Cristina Azambuja, de 33 anos, foi uma das 150 pessoas transferidas para São Paulo. Há 13 anos ela entrou na Kraft, no escritório da capital paulista, e em 2001 recebeu uma proposta para se mudar para Curitiba. “Fui assumir a posição de coordenadora do SAC. Era uma grande oportunidade”, diz.
A gerente casouse, teve filhos gêmeos, construiu uma casa espaçosa e trocou o SAC pelo marketing. A oferta para retornar a São Paulo veio na hora certa. “Divorciei-me e quase ao mesmo tempo fui sondada sobre a possibilidade de me mudar.” Cristina ficou em dúvida, num primeiro momento, mas optou por voltar para São Paulo, onde vivem seus pais.
Se você já teve de mudar de casa ou de cidade, sabe que quase sempre o movimento gera dor de cabeça. imagine quando a empresa toda tem de se deslocar de uma posição geográfica para outra — e quer levar seus funcionários junto. Foi o que aconteceu na Kraft Foods, multinacional americana fabricante do bombom sonho de Valsa e do chiclete trident, que no ano passado transferiu sua sede do bairro da Água Verde, em Curitiba, no Paraná, para o bairro do Brooklin, na capital paulista.
O motivo de transferência é a disputa por gente capacitada. A Kraft vinha encontrando dificuldades para atrair mão de obra qualificada para Curitiba. A razão, dizem os recrutadores, é que os melhores profissionais relutam em deixar os grandes polos de trabalho do Sudeste, em especial São Paulo e Rio de Janeiro, cidades consideradas vitrines para a carreira, que também oferecem maiores oportunidades de ganhos financeiros.
Diante da necessidade de recrutar mais gente, a Kraft decidiu levar seu escritório para São Paulo, onde há maior oferta de profissionais. O movimento é emblemático, pois demonstra o esforço que as companhias no Brasil estão dispostas a fazer para preencher as vagas abertas. O caso também pode ser olhado sob a perspectiva dos funcionários, seus dilemas e as soluções encontradas por eles.
Não é improvável que um dia você esteja diante de situação similar. No ano passado a Kraft comprou a operação da sua concorrente inglesa Cadbury, fabricante de chicletes e confeitos de chocolate. A aquisição acelerou a decisão de transferir a sede da capital paranaense para São Paulo. “Já vínhamos considerando essa mudança porque, com o aquecimento da economia, estava cada vez mais difícil atrair os talentos para Curitiba”, diz a diretora de recursos humanos, Roseli Marinheiro.
Além disso, a proximidade com o maior mercado consumidor do país foi levada em consideração. A área de RH, encabeçada por Roseli, também foi transferida para São Paulo e montou um plano de ação que movimentou ao todo 233 pessoas, considerando os 150 funcionários e seus familiares. Como a fusão de Kraft e Cadbury uniu duas empresas com expertises diferentes, menos de 20 funcionários foram demitidos.
Plano de ação O primeiro passo do plano foi divulgar um cronograma com as datas em que cada etapa de todo o processo de fusão e mudança aconteceria. Afinal, foi eleito um novo presidente para a companhia, Marcos Grasso, e novos líderes que se reportam diretamente a ele. “Quando não se diz nada a ansiedade é enorme, mas se você se posiciona e diz quando cada coisa acontecerá e será divulgada, as pessoas confiam”, diz Roseli.Em abril de 2010 os funcionários ficaram sabendo quais cargos mudariam para São Paulo. “Nesse meio tempo, as lideranças já estavam acertando com suas equipes para saber quem tinha possibilidade de mudar”, diz Roseli. Menos de dez colaboradores não quiseram se mudar. Nesses casos, a pessoa fez uma movimentação lateral e foi recolocada dentro da própria empresa — o que gerou satisfação.
Em julho, os funcionários conheceram o pacote de mudança. Foi contratada uma consultoria especializada em ajudar companhias e funcionários em momentos de transição, a DBM de São Paulo. No pacote, estavam previstas viagens exploratórias de julho a setembro à capital paulista. Nessas viagens, a consultoria levava os colaboradores para conhecer os pontos turísticos da cidade e lugares utilitários, como supermercados, escolas e hospitais nas redondezas de onde a empresa ficaria instalada, no bairro do Brooklin.
Todos os custos da viagem, como alimentação e hospedagem da família, ficaram por conta da Kraft, claro. Ainda dentro do pacote, havia mais uma viagem exploratória, que deveria ser realizada até dezembro, em que a consultoria colocaria as famílias em contato com imobiliárias e daria o suporte necessário para que elas encontrassem um novo lar. A Kraft se propôs a entrar como fiadora na locação do imóvel para quem não tem familiares na capital paulista.
A Kraft adiantou 5,5 salários líquidos para cada funcionário que topou se mudar, arcou com as despesas de carregamento da mudança e de transporte e transferência dos carros para a capital paulista. Os gastos extraordinários com a escola das crianças, como cancelamento de matrícula, por exemplo, também foram assumidos pela empresa. A Kraft ainda se preocupou em ajudar na recolocação profissional dos cônjuges dos colaboradores — o que reduziu o atrito em casa em função da transferência.
Em janeiro, a empresa inaugurou o novo e sustentável escritório. Aqueles que ainda não haviam conseguido se mudar puderam utilizar outro benefício do pacote de transição: o temporary living, em que a empresa bancou um mês de moradia em um hotel ou flat em São Paulo. A gerente de trade marketing Cristina Azambuja utilizou a ajuda da empresa apenas para trazer a mudança e os carros.
Conseguiu comprar um apartamento no mesmo condomínio em que seus pais moram. E os gêmeos, de 6 anos, têm aproveitado a área de lazer para fazer novos amigos e nem se lembram mais da capital paranaense. O ex-marido da gerente também acabou se mudando para São Paulo para ficar mais próximo dos filhos. “Eles só choram quando se lembram do Max, cachorro que não pudemos trazer”, diz Cristina.

Confira -----------> http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/mercado-gestao-casa-nova-
brooklin-632678.shtml

sexta-feira, 29 de julho de 2011

uia so eu de volta!

Oieeee...eu to de voltaaaaa.....ate q fim....
Sabe acredito que o nome desse blog deveria ser: "coisas que so acontecem comigo", nesse periodo que eu desapareci da rede, aconteceu quase tudo que vc imagina que nunca acontecerá na vida de um ser humano comum, sabe aquela probabilidade de um em um milhao, pois eh todas acertaram em mim....kkkkkkkkkkkk.....fui desde achar dinheiro na rua até aguentar as ridiculares de uma vida passada, presente.
Mas como tudo nessa vida, tudo é aprendizado, tudo é crescimento, tudo faz parte da vida....e...o melhor de tudo hoje eu nao sou a mesma de ontem e nao serei a mesma amanha, ou seja estou em constante mudança..........e esse simples fato p muitos já é suficiente para me amar ou odiar....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....deixa naum prestar mundão!!

domingo, 12 de junho de 2011

A prova de que juntos somos fortes e fazemos a diferença.......Galera da UPE campus caruaru, superando obstáculos.

domingo, 5 de junho de 2011

as coisas estão sempre em constante mudança....

Nem tudo que parece ser mal, é. As coisas mudam, as pessoas mudam, as rotinas mudam.....Cabe a cada um em particular decidir se vai querer conviver com essas mudançãs ou vai mudar seu rumo e viver em caminhos diferentes....eu optei pela segunda, mudei, mudeu muito...E estou caminhando mais e mais para mudanças interessantes e impactantes em minha vida, o que é muito mais gostoso e produtivo....e  resto, ah! o resto...DANE-se, eu quero saber de mim, se eu to bem de verdade, se ando por caminhos que eu gosto e que sei que terei o apoio das pessoas que mais amo, sendo capaz de recompensá-las e deixá-las sempre feliz. Foi bom o passado? foi....Mas quem vive de passado é museu....
Hoje sou feliz de verdade e feliz demais....Obrigado senhor.....

domingo, 29 de maio de 2011

Como aceitar (bem) um "não" no trabalho?

O fato é que ouvir um "não" tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim. Dá para encarar bem a situação



Quem nunca ouviu um “não” na vida? Na trajetória profissional, as negativas também são bem comuns. E, assim como na vida pessoal, nem sempre são levadas numa boa. O fato é que ouvir um “não” do líder a respeito de uma ideia ou pedido de promoção ou mesmo de um colega de trabalho tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim.

“Claro que essa aceitação da negativa não é fácil, mas um feedback negativo faz parte do nosso processo de construção profissional”, ressalta a psicóloga, orientadora vocacional e analista de Carreiras da Veris Faculdades, Paula Souto Sanches. “É um momento de reflexão, porque somos suscetíveis a erros, e também é uma oportunidade de aprendizado”, diz.

“Na verdade, interpretamos uma negativa da forma que queremos”, afirma o consultor de Coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski. “Tanto o 'não' como o 'sim' são palavras curtas, mas que têm um poder extraordinário”, avalia o especialista, que ainda completa dizendo que, no mundo corporativo, é difícil encontrar quem encare bem essa negativa.

Por que é tão difícil aceitar

O fato de muitos profissionais sentirem dificuldades em aceitar uma negativa não é de hoje. Na verdade, conforme explicam os especialistas consultados, esse comportamento faz parte do DNA latino-americano. “Na nossa história, muito da cultura que temos foi importada de povos que nos colonizaram”, considera Tokarski.

Por conta dessa histórico, para o especialista, o “não” no mundo moderno tem uma carga muito negativa. “Geralmente, o profissional leva para o lado pessoal, se acha perseguido e o resultado é que ele passa a não trabalhar como antes e a produtividade cai”, explica.

No campo mais afetivo, Paula explica que adultos que tiveram todos os pedidos concedidos durante a infância têm mais chances de terem dificuldades de aceitar um “não”, ao passo que aqueles que tiveram uma infância marcada por negativas têm mais facilidade nessa aceitação. “Ele acaba entendendo melhor e enxerga o 'não' como um desafio”, explica.

Como encarar a negativa

Por mais difícil que possa parecer, encarar a negativa de uma maneira positiva só contribui para o seu desempenho profissional. Encarar o “não” de cara amarrada só desperta desmotivação, que pode prejudicar nos resultados finais. “Sem contar que a imagem do profissional pode ficar prejudicada, porque o comportamento está relacionado à maturidade dele”, diz a psicóloga.

Antes de encarar o “não” de uma maneira negativa, os especialistas ressaltam que ele não está atrelado ao fracasso. “É preciso entender os motivos que levaram o gestor a dizer o 'não'”, avalia Tokarski. Dessa forma, antes de simplesmente aceitar a negativa, questione o líder ou quem a deu sobre os motivos desse resultado.
“Quando ele encara de uma forma positiva essa negativa, o profissional fica mais motivado a acertar depois, a se superar e passa a ter uma visão maior sobre o seu trabalho”, explica Paula.

confira------------> http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/como-aceitar-bem-um-nao-no-trabalho/45047/

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Prozeando.......

Acredito que as dificuldades existam para serem superadas....isso até que parece obvio, se nao fosse o medo.
medo de enfrentar a vida, medo de crescer, medo de sair de casa, medo de casar, medo de se expor.......é uma barreira na vida de um numero significativo de pessoas, descobri recentemente q eu faço parte da estatistica do grupo dos medrosos...kkkkk.....mas eu até sou uma medrosa bem diferente, adoro um desafio, uma aventura. Problemas? Dificuldades? sempre surgirão ao longo dos dias, mas nós é quem decidimos se vamos ficar paralizados e deixar acontecer ou se aceitamos a proposta e entamos na competição.

 Não sei como serão os próximos dias, mas sei q tudo se arruma com o tempo, o tempo é capaz de operar verdadeiros milagres, e se Deus assim permitir os ventos que trazem medo seguirão para outra direção. afinal o q seria dos seres humanos se vivessem 24h no medo, isso é vida e nao ficção de um filme americano.....