domingo, 5 de junho de 2011

as coisas estão sempre em constante mudança....

Nem tudo que parece ser mal, é. As coisas mudam, as pessoas mudam, as rotinas mudam.....Cabe a cada um em particular decidir se vai querer conviver com essas mudançãs ou vai mudar seu rumo e viver em caminhos diferentes....eu optei pela segunda, mudei, mudeu muito...E estou caminhando mais e mais para mudanças interessantes e impactantes em minha vida, o que é muito mais gostoso e produtivo....e  resto, ah! o resto...DANE-se, eu quero saber de mim, se eu to bem de verdade, se ando por caminhos que eu gosto e que sei que terei o apoio das pessoas que mais amo, sendo capaz de recompensá-las e deixá-las sempre feliz. Foi bom o passado? foi....Mas quem vive de passado é museu....
Hoje sou feliz de verdade e feliz demais....Obrigado senhor.....

domingo, 29 de maio de 2011

Como aceitar (bem) um "não" no trabalho?

O fato é que ouvir um "não" tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim. Dá para encarar bem a situação



Quem nunca ouviu um “não” na vida? Na trajetória profissional, as negativas também são bem comuns. E, assim como na vida pessoal, nem sempre são levadas numa boa. O fato é que ouvir um “não” do líder a respeito de uma ideia ou pedido de promoção ou mesmo de um colega de trabalho tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim.

“Claro que essa aceitação da negativa não é fácil, mas um feedback negativo faz parte do nosso processo de construção profissional”, ressalta a psicóloga, orientadora vocacional e analista de Carreiras da Veris Faculdades, Paula Souto Sanches. “É um momento de reflexão, porque somos suscetíveis a erros, e também é uma oportunidade de aprendizado”, diz.

“Na verdade, interpretamos uma negativa da forma que queremos”, afirma o consultor de Coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski. “Tanto o 'não' como o 'sim' são palavras curtas, mas que têm um poder extraordinário”, avalia o especialista, que ainda completa dizendo que, no mundo corporativo, é difícil encontrar quem encare bem essa negativa.

Por que é tão difícil aceitar

O fato de muitos profissionais sentirem dificuldades em aceitar uma negativa não é de hoje. Na verdade, conforme explicam os especialistas consultados, esse comportamento faz parte do DNA latino-americano. “Na nossa história, muito da cultura que temos foi importada de povos que nos colonizaram”, considera Tokarski.

Por conta dessa histórico, para o especialista, o “não” no mundo moderno tem uma carga muito negativa. “Geralmente, o profissional leva para o lado pessoal, se acha perseguido e o resultado é que ele passa a não trabalhar como antes e a produtividade cai”, explica.

No campo mais afetivo, Paula explica que adultos que tiveram todos os pedidos concedidos durante a infância têm mais chances de terem dificuldades de aceitar um “não”, ao passo que aqueles que tiveram uma infância marcada por negativas têm mais facilidade nessa aceitação. “Ele acaba entendendo melhor e enxerga o 'não' como um desafio”, explica.

Como encarar a negativa

Por mais difícil que possa parecer, encarar a negativa de uma maneira positiva só contribui para o seu desempenho profissional. Encarar o “não” de cara amarrada só desperta desmotivação, que pode prejudicar nos resultados finais. “Sem contar que a imagem do profissional pode ficar prejudicada, porque o comportamento está relacionado à maturidade dele”, diz a psicóloga.

Antes de encarar o “não” de uma maneira negativa, os especialistas ressaltam que ele não está atrelado ao fracasso. “É preciso entender os motivos que levaram o gestor a dizer o 'não'”, avalia Tokarski. Dessa forma, antes de simplesmente aceitar a negativa, questione o líder ou quem a deu sobre os motivos desse resultado.
“Quando ele encara de uma forma positiva essa negativa, o profissional fica mais motivado a acertar depois, a se superar e passa a ter uma visão maior sobre o seu trabalho”, explica Paula.

confira------------> http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/como-aceitar-bem-um-nao-no-trabalho/45047/

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Prozeando.......

Acredito que as dificuldades existam para serem superadas....isso até que parece obvio, se nao fosse o medo.
medo de enfrentar a vida, medo de crescer, medo de sair de casa, medo de casar, medo de se expor.......é uma barreira na vida de um numero significativo de pessoas, descobri recentemente q eu faço parte da estatistica do grupo dos medrosos...kkkkk.....mas eu até sou uma medrosa bem diferente, adoro um desafio, uma aventura. Problemas? Dificuldades? sempre surgirão ao longo dos dias, mas nós é quem decidimos se vamos ficar paralizados e deixar acontecer ou se aceitamos a proposta e entamos na competição.

 Não sei como serão os próximos dias, mas sei q tudo se arruma com o tempo, o tempo é capaz de operar verdadeiros milagres, e se Deus assim permitir os ventos que trazem medo seguirão para outra direção. afinal o q seria dos seres humanos se vivessem 24h no medo, isso é vida e nao ficção de um filme americano.....

domingo, 8 de maio de 2011

...essas Redes Sociais.......

Por Andréa Ramos
para a disciplina de Sistemas de Informação

Atualmente quem não possui uma conta em alguma rede social?  Missão difícil essa, quando se fala no público jovem passa a ser algo quase que utópico. Redes como Orkut, Twitter e Facebook fazem as cabeças desses jovens e se transformou no principal veiculo de comunicação entre eles. Observando isso as empresas passaram a compor esse mundo e explorar como uma jogada de marketing fundamental.
Há um tempo a utilização dessas redes era apenas um caminho mais rápido para colocar as conversas em dia ou simplesmente marcar de sair com a galera, conforme o tempo foi passando as organizações dos mais variados eventos enxergaram um excelente caminho para atrair participantes, pessoas que mostrasse interesse pelo tema, assim ganhou-se ênfase na divulgação de shows e congressos, seria a forma mais rápida e explosiva de informar a seu público alvo e ainda estar mais próximo deles.
Outra coisa que passou a ser analisada foi a velocidade que a informação é divulgada, a partir do momento que se lança um conteúdo numa rede social o marketing de relacionamento alcança seu ápice, as pessoas passam a divulgar o seu evento, a avaliar, elogiar, relatar experiências positivas e negativas e principalmente atrair números cada vez maiores de pessoas.
Percebeu-se um grande nicho e as empresas não perderam tempo, os departamentos de marketing das empresas incluíram nos seus planos de mídias a utilização em massa das redes sociais, com objetivo de divulgar seus serviços/produtos e como forma de manter contato com o cliente e assim poder servi-lo melhor e oferecer um sistema de pós-vendas mais ágil e adequando-o a rotina do cliente. Além de obter um feedback, no qual possui um maior nível de sinceridade pois as pessoas tendem a demonstrar mais facilmente suas opiniões em relação a algo quando utilizam-se de  veiculo virtual, assim são capazes de acompanhar de forma mais nítida e rápida seus resultados.
Em suma, pode-se dizer que as redes sociais formam uma network fundamental e inovadora onde o importante e se fazer sempre presente na vida de seus clientes positivamente, tornando-se acessível, prática e acompanhando a modernidade. Para isso utilizar e dominar as ferramentas de varias redes simultaneamente leva a um diferencial capaz de aumentar seus lucros em conseqüência obterá maior quantitativo de clientes e maior market share.

domingo, 1 de maio de 2011

O ser humano faz toda a diferença



         O gestor que deseja aumentar o lucro do seu negócio precisa entender que são as pessoas de sua equipe que o ajudarão a alcançar as metas desejadas. As máquinas com alta tecnologia continuam importantes e necessárias no processo, mas a empresa que investe apenas nisso corre o risco de ter prejuízos.
A prosperidade de um negócio está ligada diretamente ao capital humano. São as pessoas que idealizam e realizam as atividades que impulsionarão o crescimento da companhia. Por isso, o ser humano é fundamental no processo e indispensável, mesmo com as mais altas tecnologias à disposição no mercado.
         Pensando nessa realidade, muitas empresas investem em programas de treinamento e aperfeiçoamento de seus funcionários. Mais do que um simples custo, a medida é considerada um grande investimento. Muitas organizações, contudo, ainda são resistentes a treinarem seus funcionários por medo de perdê-los após estarem mais preparados antes que dêem o retorno desejado. Por outro lado, os gestores que apostaram na capacitação dos seus colaboradores conseguiram formar equipes mais motivadas.
As mudanças são perceptíveis. Há um aumento, por exemplo, na qualidade dos serviços, pois os colaboradores ficam mais seguros e satisfeitos por saberem que são valorizados. Além dos treinamentos, o gestor precisa aprender a gerenciar habilidades e competências. É preciso conhecer a personalidade dos colaboradores para, então, colocá-lo para realizar tarefas com as quais tem aptidão e afinidade.
É preciso, portanto, um esforço no sentido de tentar identificar os pontos fortes de cada funcionário e motivá-lo a desenvolver suas habilidades. Há gestores que tentam montar uma equipe dos sonhos e vão buscar pessoas fora da empresa quando, na maioria das vezes, os talentos estão ao lado, bastando apenas de incentivo e aprimoramento. Afinal, o ser humano, hoje, faz toda a diferença no mundo dos negócios.

Confira ------> http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-ser-humano-faz-toda-a-diferenca/54519/

sexta-feira, 22 de abril de 2011

MuNdOoOo SusTeNtáaaVveLL....

Por Andréa Ramos,
para a disciplina da Moda e Sustentabilidade.

Nossa sociedade se desenvolveu com a tese de que as riquezas naturais são infinitas, por isso só no final do século XX surgem termos como sustentabilidade e consciência ecológica, como conseqüência é perceptível uma influência direta na cultura, rotina e principalmente em crises sociais.
Em 1945 o progresso, a visão de mundo em evolução sofre um declínio diante de um egoísmo latente, de uma suposta necessidade de mostrar seu poder, brincar que é capaz de ser Deus, com as bombas de Hiroshima e Nagasaki, ocasionando terror, mortes e danos ambientais gravíssimos e suas conseqüências foram sentidas por anos, repassando de geração em geração.
Todavia sem sombras de dúvidas fizemos muitos feitos ao longo dos anos, em 1963 inaugura-se o primeiro hipermercado no Brasil, voltado a uma sociedade consumista, baseado nos modelos americanos com muita iluminação, cores chamativas, carrinhos que facilitem a compra, sendo assim que o Carrefour entrou no mercado brasileiro e deu origem a criação de tantos outros; em 1969 chegamos a lua sendo esse a grande realização do século passado, onde é possível ver a terra como um grande espelho azulado, lindo, brilhante em um universo que vive na penumbra.
Mas em 1986 voltamos no tempo, com o desastre de Chernobil, o qual rompe fronteiras através de uma ameaça invisível, se tornando o desafio global da década de 80; mas a degradação do meio ambiente, o acumulo de doenças e mortes causadas, foi significativa para um mundo que julga ser tão evoluído;
Como resultado, hoje existe uma sociedade altamente consumista, egoísta e individualista, que coloca sempre em primeiro lugar o bem-estar sem mostrar preocupação com o meio. Embora se fale muito de mundo sustentável no outro lado da balança encontram-se os bens econômicos. Onde não se busca verificar os danos que toda essa parafernália de ações ao longo dos anos foi construindo no mundo de hoje, porque visando o lucro não há preocupação em analisar os reais danos ambientais e suas principais conseqüências na vida humana.
Nossas florestas estão desaparecendo para dar espaço a investimentos de maior lucratividade, em tese poderia dar certo, se nós não precisássemos de oxigênio, equilíbrio, de um ecossistema entre outros fatores para sobreviver. As florestas que não são destruídas por ações humanas diretas, sofrem agressões por chuvas ácidas, que nós mesmos provocamos através das poluições geradas pelas grandes fábricas que alimentam o consumismo.
Então como implantar projetos sustentáveis em uma sociedade que não pensa de modo sustentável? Como é possível trabalhar com mentes que não sabem o sentido de sustentabilidade? Tarefa difícil essa, visto que o planeta e as pessoas, que deveriam ser os mais protegidos, são os mais prejudicados, a natureza é sacrificada para manter um padrão de vida que é imposto pelos bombardeios da mídia para adquirirmos produtos novos, modernos, clean que ficam obsoletos numa velocidade cada vez maior, e na maioria das vezes não sabemos nada sobre o procedimento de criação do produto, ou simplesmente não precisamos dele e acabamos adquirindo para não nos transformar em alvos de chacota.
Na tentativa de mudar essa idéia e adicionar valores que façam uma real diferença, cresce o número de ONGs que buscam meios para o crescimento de uma economia que possua uma base sustentável, através e idéias simples, de trabalho em equipe, até mesmo através de uma ação de alerta como a WWF, que realizou recentemente a hora do planeta, chamando a atenção para um problema real enquanto ainda é possível melhorar esse quadro; e o próprio governo mesmo que de forma cautelosa, começa reconhecer e introduzir idéias de ação, inicialmente, para jovens e adolescentes por meio de disciplinas voltadas para questões ambientais, e estímulo de criação de projetos que visem algum beneficio ao planeta.
Outro nicho de mercado esta sendo encontrado por grandes empresas, que está vendo na sustentabilidade um mercado promissor, um novo método de agregar valor e desenvolvendo um marketing verde, verificando que é possível ter lucros sem agredir o planeta, já que foi constatado que as pessoas estão dispostas a pagar até 20% a mais do valor do produto, se este tiver uma base sustentável. Vale salientar o caso da Pepsi a qual adquiriu uma estratégia de marketing na mídia bem interessante, realizando uma espécie de troca com gastos publicitários por projetos socioeconômicos, através de um concurso onde o melhor projeto apresentado ganha um determinado valor para colocar projeto em prática, isso não quer dizer que a Pepsi não tenha mais campanhas publicitárias, mas que encontrou um diferencial na maneira de fazê-lo, que possui um punho sustentável a custos menores para empresa, além de agregar valor a marca ajuda o planeta.
Em suma é de bastante interesse que as pessoas sofram bombardeios diários dos mais variados meios de ações como a da WWF para que se adquira uma real consciência sustentável, para que essa palavra, não seja apenas uma palavra e sim parte integrante fundamental para a realização das atividades do cotidiano. Para que possuam o poder de analisar o que esta comprando e que compre por real necessidade, não por mero consumismo, que vise dar valor as marcas de real marketing verde, marcas que realmente brigam por um meio ambiente saudável. Que sejamos capazes de sermos críticos, observadores e principalmente de poder cooperar diariamente para a vida no planeta.