segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nostalgia.......

Férias....progamei ler alguns livros nessas férias....um deles foi "Crepúsculo", precisava conferir o tamanho sucesso a fundo e não de forma tão superficial e preguiçosa como sentar no sofá comer pipoca e tomar guaraná...kkkkkkk
Eh, a escritora mandou ver, ela ousou mexer com a imaginação das pessoas de um jeito que envolvesse suspense, medo, curiosidade, aventura e o melhor de tudo o amor.
Parece idiota mas ler esse livro me fez lembrar da época da escola, mais ou menos quando eu tinha 15 anos, peguei um livro na biblioteca de Sidney Sheldon, adoro seus suspenses, sua ficção que me deixa eufórica. Sempre depois de cada capítulo que lia fazia propaganda para um amigo de sala contava cada detalhe e ele super virado comigo (ainda nao tinha lido o livro), bem antes do final desvendei o mistério do livro e descobri o assassino, ou melhor assassina......ele ficou uma arara comigo, o livro era um capricho dos deuses, o qual me recordo muito bem dos relatos, das duas noites que passei acordada lendo e das orelhas.
Na época meu amigo lia o "Diabo dos números", o qual ele me incetivava a ler, mas acabei que nunca li.....
Pense numa época boaaa, embora tenha perdindo números incontáveis de festas, baladas e saídas com os amigos, mas eu sabia que tinha todos os tipos de livros, de Machado de Assis (de quem sou fã incondicional) até tipo "Crepúsculo"(kkkkkkkkkkkkkk), e um amigo para compartilhar todas as viagens que eu fazia nas ficções que eu lia.
Só me arrependo do que eu nao fiz quando deveria ter feito, talvez seja só um sentimento de culpa que teima em permanecer num canto guardado.
Mas eu ainda sinto e sempre sentirei saudades daquele tempo, saudades dele, saudades de nós, saudades de tudo.......

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

2011

2011....

deveria ser um bom ano, ja que existia tantos planos bons, ja que eu comecei fazendo(tentantado fazer, so amelhor) as coisas certas.....ironico, mas não ta se mostrando nenhum pouco bom......
não tenho mais certeza de nada, alias axo q nunca tive, minha auto-estima ta la embaixo, vai ver é só uma fase e logo passa.....dizem que o tempo cura tudo.
eu queria voltar nele, voltar a ter 6 anos de idade e modificar todo meu futuro.......
nao ter conhecido umas pessoas, nao perder a amizade de outras e......
nao me considero uma pessoa feliz, até mesmo pq axo q to caminhando p fila errada.....
eu so queria ser normal, mas esqueceram de me dizer q a normalidade nao se encontra um cabelo escovado, num salto, numa familia aparentemente feliz.....as aparencias enganam.......
meus sonhos de criança, não existem mais, mais nada, as coisas que eu queria (percebi q ainda quero, mas talvez seja tarde p correr atras delas) permanecem perdidas numa sombra do passado.....como eu queria ser dona do tempo por um dia e assim poder realizar um passeio por ele e ajustar cada detalhe ao que realmente deveria acontecer.....
pelo menos uma coisa é certa Deus colocou a pessoa certa no meu caminho, e é por isso que todos os dias eu falo e repito e assim será por toda minha vida (msm q dure poucos verões) JUNIOR EU TE AMOOOOOO, TE AMOOOO DEMAISSSSSS, SEMPREEEE.

Andréa Ramos

sábado, 1 de janeiro de 2011

cartas de baralho!?

Como a Copag completa 102 anos vendendo baralho

Pela primeira vez a marca de cartas faz ações para o varejo

Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing | 23/12/2010
 Um baralho é sempre igual, 52 cartas dividas entre quatro naipes e os curingas. Disso a Copag sabe mais do que ninguém. A companhia tem mais de 100 anos de vida, sendo 92 deles dedicados à produção das cartas. Sobreviver vendendo um produto tão simples, porém, não é tarefa fácil. Para se destacar da concorrência, a Copag investe em materiais diferenciados, cores e modelos variados, produções para ações promocionais de outras marcas, e em parcerias para a fabricação de novos jogos.

O principal foco da Copag hoje são os consumidores. Isso parece óbvio, mas não para o segmento de jogos, tradicionalmente voltado para o atacado. Para alcançar o público final, a empresa lançou em 2007 a embalagem blister para supermercados. As caixas vêm com 12 baralhos para serem revendidos. A maior ação da empresa, no entanto, será realizada nesse verão. A promoção “Férias Premiadas Copag” conta com entrega de mais de 3.600 prêmios, vendas na praia e até idosos como promotores.

“Essa ação mostra a nossa preocupação em nos aproximar do consumidor. Isso é essencial para direcionar nossas futuras ações e identificar novas oportunidades”, afirma Ricardo Atner, Diretor Comercial da Copag. O objetivo do projeto é fazer com que as vendas cresçam entre 15% e 20% no período de férias, em comparação à mesma época anterior. A primeira parte do projeto idealizado pela agência MindsOn foi iniciada no último dia 16, na rua 25 de março, em São Paulo.
Outros negócios
Além dos jogos, a Copag comercializa em sua loja virtual roupas e acessórios com sua marca e estampas ligadas a jogos em balde de gelo, coqueteleira, mantas para mesa de jogos, guarda sol e cooler. Apesar da variedade, nenhum desses produtos é tão importante para a empresa quanto as cartas.

Outro segmento importante para a empresa são os baralhos promocionais. A Copag costuma fazer linhas de baralhos com estampas exclusivas para marcas. “As empresas se cansaram de fazer canetas, réguas e bonés. O baralho agrada a vários públicos e expõe muito a marca ao cliente”, afirma Atner, promovendo o seu produto e esperando um crescimento de 10% em 2010.



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

recomeço

Tudo Novo De Novo Paulinho Moska

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim


Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabouMas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

De volta ao começo.........e isso é bom demais.....
dia 28 de Maio esta chegando...........
e Deus é cmg, obrigada pai!

domingo, 12 de dezembro de 2010

sua marca tem cara?

Quando a marca tem cara

Estudo do Grupo Troiano de Branding e HSM revela os Gestores identificados pelos consumidores como os líderes das marcas corporativas

Por HSM Management, do Mundo do Marketing | 09/12/2010
pauta@mundodomarketing.com.br

Quando Antônio Ermírio de Moraes completava 27 anos, em 4 de junho de 1955, era inaugurada também a fábrica da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) no interior de São Paulo. Era uma vitória que selava para sempre seu destino com o Grupo Votorantim. Ele havia concluído o curso de Engenharia Metalúrgica pela Colorado School of Mines, nos Estados Unidos, mesma universidade cursada pelo pai – o senador José Ermírio de Moraes –, que lhe explicou sua missão ao voltar ao Brasil: “Você vai ficar no Grupo Votorantim por um ano, sem salário. Se não servir, por favor, não quero ressentimentos, mas vai ter de procurar emprego em outro lugar”. Empenhado em não desapontar o ilustre progenitor e fundador da empresa, ele não só concluiu o estágio com louvor, como foi incorporado à equipe responsável pela construção da CBA.
Ao lado do irmão, José Ermírio de Moraes Filho, contribuiu para a consolidação e o crescimento de um dos maiores conglomerados empresariais do País desde 1962. Tanto que sua imagem pública está intimamente ligada à marca Votorantim como seu principal representante. Como Ermírio, existem executivos cujo perfil profissional está tão intimamente ligado ao DNA de uma marca que você a percebe quase como uma extensão de seus valores, suas crenças, seu modo de ver o mundo dos negócios. Em casos extremos, elas emprestam inclusive traços de personalidade, já que muitas vezes ele foi (e continua sendo) o “criador” de sua “criatura”. É fácil reconhecer esse arquétipo em Miguel Krigsner/O Boticário (foto), Abilio Diniz/Pão de Açúcar, Roberto Setúbal/Itaú, Luiza Helena Trajano/Magazine Luiza ou Samuel Klein/Casas Bahia.
Eles são gestores que personificam e qualificam a marca que representam e, por isso, foram incluídos e considerados Brand Leaders pelo prêmio HSM/Troiano, parceria entre a HSM e o Grupo Troiano de Branding. Porém os tradicionais “sobrenomes corporativos” estão ganhando novos pares. Trata-se de um tipo de executivo que, mesmo fora da lista clássica, é criativo, inovador dentro de seu território e traduz um olhar singular e moderno sobre os negócios. Assim como seus pares das grandes marcas tradicionais, nenhum desses gestores da nova geração é “aventureiro” na construção de uma relação de identidade empresarial.
Desse modo, o ranking conta também com Viviane Senna (Instituto Ayrton Senna) (foto), Oskar Metsavaht (Osklen), David Neeleman (Azul Linhas Aéreas), Eike Batista (Grupo EBX) e Paulo Borges (SPFW), só para citar alguns que despontam no certame como prováveis “new faces” de marcas, indicando uma provável “renovação” no cenário dos negócios no Brasil. Os vencedores do prêmio possuem, em geral, enorme conexão com a marca, compromisso histórico com a identidade e cuidado com seu desenvolvimento.
(...)
Na concorrente Natura, a nona posição no ranking é encarada como reconhecimento e consequência natural do trabalho realizado em governança corporativa. “É no dia a dia que construímos a reputação da empresa. E a Natura vem se preparando há anos com processos parrudos de gestão para dar conta da complexidade dos mercados nacional e internacional”, conta Rodolfo Guttila, diretor de assuntos corporativos da Natura.
Mesmo antes de abrir seu capital, a Natura já possuía conselho fiscal, na década de 1990, e, em 2000, passou a produzir relatório anual nas diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI). Com esse aprendizado corporativo, a empresa teve boa receptividade quando lançou suas ações na bolsa de valores (nível 1), em 2004. No setor varejista, uma das figuras mais lendárias de empreendedorismo ligado à marca é a do empresário polonês Samuel Klein, fundador das Casas Bahia, adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar e presidida atualmente por seu neto, Raphael Klein. Nascida modestamente em São Caetano do Sul como Casa Bahia, seu crescimento impulsionou a logomarca no plural, tornando-se uma grande rede de varejo nacional.
Na mesma categoria está Luiza Trajano, do Magazine Luiza, que começou a atuar no comércio familiar aos 12 anos de idade e comanda a empresa, reconhecidamente como administradora forte. Não por acaso, ela aparece também entre os três brand leaders mais citados nas dimensões carisma, inspira equipes e afinidade e identidade. Ainda no varejo, Abilio Diniz tem trajetória semelhante, tendo iniciado no negócio criado pelo pai, aos 20 anos de idade, em 1959. Sob seu comando, a rede adquiriu dimensão, inclusive com a aquisição de redes de supermercados (Sendas) e eletrodomésticos (Ponto Frio e Casas Bahia), e incorporou práticas como maratonas e ações de sustentabilidade, fazendo jus a seu estilo de vida de entusiasta dos esportes e da saúde.
Um cuidado de décadas com a marca ainda está na trajetória de Cledorvino Belini (foto), que assumiu o cargo de superintendente da Fiat Automóveis para a América Latina em 2004 e, um ano depois, também o de presidente da Fiat do Brasil, além de integrar o Group Executive Council (GEC), maior instância do grupo no mundo, desde 2009. Reconhecido líder do setor –acumula ainda a presidência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)–, ele foi responsável por vários feitos da montadora no mercado, como a racionalização do parque de fornecedores e a criação de uma base em Minas Gerais, desenvolvimento da fábrica integrada, implantação do just-in-time e do kanban, com redução drástica de estoques, nos anos 1990.
Em meados da mesma década, introduziu o sistema de vendas Mille On Line, campanhas publicitárias Belini, que assumiu o cargo de superintendente da Fiat Automóveis para a América Latina em 2004 e, um ano depois, também o de presidente da Fiat do Brasil, além de integrar o Group Executive Council (GEC), maior instância do grupo no mundo, desde 2009. Reconhecido líder do setor –acumula ainda a presidência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)–, ele foi responsável por vários feitos da montadora no mercado, como a racionalização do parque de fornecedores e a criação de uma base em Minas Gerais, desenvolvimento da fábrica integrada, implantação do just-in-time e do kanban, com redução drástica de estoques, nos anos 1990. Em meados da mesma década, introduziu o sistema de vendas Mille On Line, campanhas publicitárias e lançamento do Fiat Palio.
Já na concorrente Ford, Marcos de Oliveira, presidente da montadora no Brasil e América do Sul, tem o desafio de desenvolver localmente a estratégia global One Ford da companhia visando retomar a lucratividade e revalorização da marca. A estratégia vem dando certo, gerando crescimento de 14% em 2009, quando a indústria automobilística teve uma média de 8,5%. Sob seu comando, já foram anunciados investimentos de R$ 4,5 bilhões na operação brasileira, no período de 2011 a 2015, para aumentar a capacidade produtiva, modernização das fábricas e desenvolvimento de novos produtos.
Na trilha de Alan Mulally, CEO mundial da Ford, Oliveira capitaneia a empresa no Brasil com o desafio de popularizar as tecnologias de interatividade, como o exclusivo Sync –já presente no Ford Edge por aqui–, que permite acionar comandos com a voz. Desde 2008, o EcoSport possui o My Connection, equipamento de som que concentra recursos de conectividade e permite ao usuário conectar-se ao celular, iPod e pen drive, trazendo comodidade. “Nosso papel é trabalhar cada vez mais para fortalecer a competitividade interna e oferecer produtos que entreguem qualidade e tecnologia de nível mundial. Quem não tiver uma engenharia local bem estruturada e pronta para atender à demanda do consumidor ficará bem para trás”, acredita ele.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

familia.........

Me respondam se tem coisa melhor do que familia?
axo q nao existe, e sao em momentos como este que adoro participar desta familia.....
simplicidade, felicidade e muita força de vontade de viver....aki tem......